Blog de empreendedorismo e dicas de gestão empresarial para pequenas e médias empresas.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

QUAL A IMPORTÂNCIA DE UMA BOA GESTÃO FINANCEIRA?





As empresas começam pequenas, mas à medida que crescem, a forma de gestão estabelecida inicialmente não consegue acompanhar esse ritmo. Isso se deve ao pouco conhecimento em gestão empresarial e ao excessivo envolvimento operacional.
Os conhecimentos de gestão estão divididos, como considerados na área de administração, em quatro grandes áreas: Financeira, Marketing, Produção e Recursos Humanos. Não há dúvida de que essas quatro áreas são os pilares da gestão de uma empresa e que são igualmente importantes, porém, todas as decisões tomadas em uma empresa têm impacto na área financeira, tornando-a, assim, crucial para o sucesso de um empreendimento, pois, além disso, temos também nesta área o controle do resultado financeiro e econômico do negócio.
A gestão financeira é vista em muitas empresas apenas como o controle de entrada e saída do dinheiro do caixa. Mas, na verdade, a função da gestão financeira é muito maior, ou seja, ela deve ser responsável pela captação, geração e gerenciamento dos recursos financeiros. Isto significa dizer que esta área precisa gerir a lucratividade dos produtos vendidos, a receita, as despesas, os custos, o ciclo financeiro, o resultados, o caixa e bancos, o a pagar e o a receber.
Uma gestão financeira eficaz pode garantir a integridade financeira da empresa e a aplicação correta dos recursos financeiros gerados. Para isto, utilizam-se Controles, Demonstrativos e Indicadores Financeiros. Essas ferramentas permitem não somente garantir a integridade e aplicação correta dos recursos financeiros, mas também o fornecimento de informações fundamentais para a tomada de decisão dentro das empresas.

Em resumo, as empresas que se valerem de uma Gestão Financeira Eficaz terão mais capacidade de analisar e tomar decisões assertivas na direção do sucesso, mesmo estando elas situadas num ambiente competitivo mais adverso.



FONTE: SEBRAE

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

CONSULTORIA DAS PULGAS

A lição das pulgas





Em um dia qualquer as duas amigas pulgas estavam conversando e uma disse para a outra:
– Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar.
– E daí? – questionou a amiga com curiosidade.
– Daí que a nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas no mundo: moscas voam.
Depois de muito divagarem tomaram a decisão de aprender a voar. A primeira ação foi contratar uma mosca como consultora e a conselho dela entraram num programa intensivo e pouco tempo depois saíram voando.
Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:
– Sabe? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro. Portanto, o nosso tempo de reação é menor do que a velocidade da coçada dele. Temos que aprender a fazer como as abelhas, que sugam e levantam voo rapidamente.
Mais uma vez recorreram a uma consultoria e contrataram o serviço de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu. Porque, como a primeira pulga explicou:
– Nossa bolsa para armazenar sangue é muito pequena, por isso temos que ficar sugando por muito tempo. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando adequadamente. Temos que aprender com os pernilongos como é que eles conseguem se alimentar com mais rapidez.
E um esperto pernilongo que se dizia o máximo lhes prestou uma consultoria sobre como incrementar o tamanho do abdômen. E as duas pulgas ficaram felizes.
Mas esta felicidade durou apenas uns poucos minutos.
Como tinham ficado muito maiores, sua aproximação era facilmente percebida pelo cachorro. E elas começaram a ser espantadas antes mesmo de conseguir pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha dos velhos tempos:
– Ué, o que aconteceu com vocês? Vocês estão enormes! Fizeram plásticas?
– Pois é, nós agora somos pulgas adaptadas aos grandes desafios do século XXI. Voamos ao invés de saltar, picamos rapidamente e podemos armazenar muito mais alimento.
– E por que é que vocês estão com essa cara de subnutridas?
– Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar.
– E você? – Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sacudida.
Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as duas pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:
– Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma consultoria?
– E quem disse que eu não tenho uma? Contratei uma lesma como consultora.
– Hã? – exclamaram elas – o que lesmas têm a ver com pulgas?
-Tudo. Eu tinha o mesmo problema de vocês. Mas ao invés de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse bem a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela ficou ali três dias, quietinha, só observando o cachorro, tomando notas e pensando. E então a lesma me deu o diagnóstico da consultoria dizendo:
– Você não precisa fazer nada radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, uma “grande mudança” é apenas uma simples questão de reposicionamento.
– E isso quer dizer o quê? – questionaram ambas.
– Vocês querem saber o que a lesma me sugeriu fazer?
– Isso – responderam com interesse.
– Simples – disse a pulguinha com convicção – ela me aconselhou a sentar no cocuruto do cachorro. – Não entendi o porquê? – interveio uma das pulgonas.
– Lá é o único lugar onde ele não consegue alcançar com a pata.
Concluindo, sobreviver, desabrochar, inovar, mostrar excelência e liderança nesta nova realidade nos exigirão ir além da eficácia e ir além da eficácia não significa passar a borracha e começar tudo de novo, muitas vezes é uma questão de reposicionamento..

sexta-feira, 24 de abril de 2015

COMO CONSEGUIR DINHEIRO / FINANCIAMENTO PARA UMA FRANQUIA



Veja como conseguir financiamento para uma franquia

Como conseguir financiamento para uma franquia. Algumas opções para quem deseja obter financiamento para abrir uma franquia.
Veja opções de como conseguir financiamento para uma franquia
Você faz ideias de como conseguir financiamento para uma franquia? Esse é o problema de muitos empreendedores que desejam iniciar seu negócio próprio no segmento do franchising mas não possuem o capital para a empreitada.
Depois de analisar o mercado, decidir o quanto será necessário para iniciar o negócio e definir qual será a franquia em você vai investir, vem o maior desafio. Como conseguir financiamento para uma franquia e qual o processo de negociação para levantar este capital.
Segundo informações da Associação Brasileira de Franchising – ABF, as oportunidades de financiamento para abertura de franquias no Brasil se ampliaram. Atualmente é possível pedir uma linha de crédito tanto em instituições financeiras públicas como também privadas, mas é necessário como em qualquer outra transação bancária, muito cuidado no momento de contratação da operação de crédito.

Levantando financiamento para abrir uma franquia

Se você não possui todo o montante necessário para a abertura, tente primeiro financiar com o seu franqueador. Algumas marcas têm recursos destinados para financiar novas unidades, principalmente a taxa de franquia.
Caso seu franqueador não ofereça esta opção, é recomendável que você tente obter o capital de giro com algum membro da família ou amigo. Os juros serão consideravelmente mais baixos que nas instituições financeiras e as garantias podem ser mais bem negociadas.
Se esta possibilidade também não existir, você pode aproveitar as diversas linhas de crédito oferecidas por instituições públicas e privadas no Brasil.

Aonde e como conseguir financiamento para uma franquia

Empreendedores Web fez um levantamento e lista aqui nove opções para quem deseja iniciar seu negócio e ainda não sabe como conseguir financiamento para uma franquia.

Banco do Brasil – BB Franquia

Banco do Brasil possui um programa de financiamento especialmente voltado para franquias, o Proteger Urbano Empresarial, para quem deseja instalar ou modernizar uma franquia, pagando em até 72 vezes, o BB Giro Empresa Flex, que fornece capital de giro com prazo de até 36 meses para pagar, afiliação a Cielo, dentre outros produtos, além de ser possível financiar a Taxa de Franquia.
Para participar destes programas o franqueador precisa ser conveniado ao BB Franquia, caso contrário o franqueado não poderá lançar mão destes recursos.

BNDES

BNDES lançou uma linha de crédito que, segundo a empresa, possui melhores condições de taxas e prazos do mercado para quem precisa conseguir financiamento para uma franquia. A diferença é que no caso do BNDES quem deve pedir o financiamento é a franqueadora e não o franqueador.
Os valores, juros e prazos irão variar de acordo com a rede, e os pedidos podem ser feitos em bancos credenciados ao BNDES ou através de carta.

Caixa Econômica – Programa CEF Franquia

O programa de financiamento da Caixa Econômica destinado ao franchising oferece recursos para capital de giro, antecipação de receitas, financiamentos para investimentos, convênios, seguros e previdência. A partir da análise e aprovação do plano de negócios, elaborado em conjunto com a franqueadora, é possível obter financiamento para o investimento fixo e capital de giro associado necessário à implementação de sua unidade.
O valor máximo disponível para financiamento é de R$ 400 mil e o percentual máximo financiável pode variar de 30% a 60%, de acordo com a rede de franquia escolhida. A Taxa de Juros é de 5% mais a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo). Atualmente, esta taxa está mantida em 5%.

Programa Desenvolve SP

Já se você é de São Paulo, o programa Desenvolve SP, do Governo do Estado de São Paulo, oferece dois planos, para Ampliação e Modernização, com prazo de até 60 meses, e também para Abertura, com até 36 meses. A taxa é de 0,57% ao mês, e permite financiar até 70% do valor dos itens financiáveis.
No site, é possível simular um financiamento na hora em uma ferramenta online.

Banco do Nordeste

O Banco do Nordeste oferece créditos para franqueadores e franqueados que atuam em todo o Nordeste, Norte de Minas Gerais e Espírito Santo. A Instituição permite financiar todas etapas do negócio, desde a implementação da empresa, taxa de franquia até os insumos.

Bradesco

O Banco Bradesco oferece praticamente todos os serviços de pessoas jurídicas para os interessados no segmento de franquias, como crédito para montagem da loja, aquisição de bens, modernização e expansão dos negócios, pagamentos, gestão de caixa, além de seguros, consórcios, cartões de crédito, dentre outras soluções.

Banco HSBC

O HSBC se orgulha de ser o primeiro branco privado no Brasil a oferecer uma política de financiamento exclusiva para franquias. O banco oferece linha de crédito específica para expansão da rede e prazo de até 42 meses para o pagamento, financiamento de até 60% do valor do projeto e libera o dinheiro diretamente na conta corrente do franqueado.
A maioria das soluções do HSBC Empresas também está disponíveis aos empresários do setor de franquias.

Banco Itaú

Com o Itaú, você pode financiar até 50% do investimento total, mas deve dar como garantia os recebíveis do negócio ou o próprio patrimônio. Além de empréstimos para a aquisição de franquias, equipamentos, estoque e fluxo de caixa, o banco oferece linhas de repasse do BNDES, que podem ser usadas tanto na instalação da nova unidade quanto para modernização, e o Compor Franquias, que ajuda a financiar os royalties ou produtos.
As taxas de juros variam conforme o relacionamento do cliente com o banco e as garantias oferecidas.

Banco Santander

O Santander também oferece créditos, e promete benefícios como, acesso a produtos financeiros com condições especiais, taxas diferenciadas e exclusivas para a maquininha de cartões, porém não fornece taxas e condições, se reservando a avaliar o crédito sob medida, prometendo redução de custos através de descontos negociados.
O Banco também oferece empréstimos apenas a franquias que são suas parceiras.
Como você vê, se a sua dúvida era como conseguir financiamento para uma franquia, os caminhos estão ai. Portando, é apenas uma questão de decidir que franquia escolher e colocar a mão na massa.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

VITRINE DOS BOLOS - DICAS DE NEGÓCIOS DE SUCESSO





Reportagem da Folha do Empreendedor de 14/10/2014 você vai conhecer a trajetória dos empresários paraibanos Wanderlon de Melo Costa e Rita de Cássia Moreira Costa, que descobriram nas tradicionais receitas da família o segredo para produzir bolos deliciosos, dos mais variados sabores, que agradam pela simplicidade e maneira artesanal e caseira que são produzidos. O sucesso do casal pode ser comprovado pelo volume comercializado diariamente que supera as 100 unidades e deu origem a um negócio promissor.

Seja na mesa do café da manhã ou no lanche da tarde, uma opção que não pode faltar na mesa do brasileiro, ao lado do tradicional pãozinho, é o bolo. As opções de sabores e recheios são inúmeras, para todos os gostos e possibilita uma infinita combinação de sabores. No entanto, mesmo com tanta variedade à disposição do consumidor, o tradicional “bolo da vovó”, preparado de forma artesanal, com ingredientes básicos, nunca saiu de moda e até hoje se mantém entre na lista dos preferidos, agradando tanto a paladares mais exigentes quanto aos consumidores comuns.
E foi acreditando no poder comercial desse produto confirmado pelo seu grande consumo que o casal de empresários paraibanos Wanderlon de Melo Costa e Rita de Cássia Moreira Costa (ele, um ex-bancário; e ela, dona de casa) trocou a cidade de Campina Grande (PB), onde viviam, por Boa Vista, local escolhido para morar e iniciar uma nova etapa de suas vidas. Em Roraima, o casal abriu a Vitrine dos Bolos, uma empresa especializada na fabricação e venda de bolos, a primeira casa de bolos caseiros de Boa Vista, empresa que emprega toda a família, além de gerar empregos diretos e indiretos.

Natural de Serra Branca, interior da Paraíba, Wanderlon foi criado no sertão do estado. Filho de uma educadora física e de um comerciário, inseriu-se no mercado de trabalho aos 18 anos como estagiário na Caixa Econômica Federal, e aos 22 anos, ingressou em outro banco, onde permaneceu por 24 anos, saindo apenas em 2011, profissão a que dedicou grande parte da sua vida. A saída do emprego também trouxe o desejo de investir no próprio negócio.

Sua primeira investida foi a criação de aves (codornas) no interior da Paraíba, mas confessa que a falta de experiência e conhecimento do negócio comprometeram a sobrevivência da empresa.   

Mesmo com a experiência mal sucedida, não desanimou. Pelo contrário! Reuniu forças e coragem para estudar mais sobre negócios e empreendedorismo e iniciou uma etapa importante de auto avaliação e aprendizado. “Fiz alguns cursos no Sebrae. Entre eles o ‘Aprendendo a Empreender e Empreendedorismo. No curso, aprendi a planejar, calcular preço, conhecer fornecedor, escolher o melhor lugar, um ponto estratégico para instalar o negócio, entre outras informações fundamentais para o crescimento de um negócio”, disse ele que também é formado em Administração.

A cidade de Boa Vista, capital de Roraima, já era um destino que fazia parte do roteiro da família, e ele conta que em 2009, em visita à família durante as férias, conheceu melhor a cidade e gostou do que viu, principalmente da “capacidade de desenvolvimento e crescimento do Estado”. “Tinha interesse em montar um novo negócio e percebi que a cidade apresentava perspectiva de progresso e boas oportunidades de negócios”, avaliou.

Em 28 de setembro de 2012, a família chega ao Estado de “mala e cuia”, como costumam falar pessoas humildes que saem em buscam novas oportunidades de vida, disse. “Passamos quatro meses analisando o que fazer e onde investir. No início, pensamos em uma tapiocaria, mas desistimos pela dificuldade e gastos com mão de obra”, afirmou.

Foi numa conversa informal entre amigos que o casal despertou para um produto que tem uma ótima aceitação no mercado, além de grande poder comercial: o bolo, alimento sempre presente na mesa da família e “testado e aprovado pelos amigos próximos”.

“A venda de bolos prontos é uma atividade muito comum no nordeste e minha esposa sempre preparava bolos em casa para a família e amigos próximos e vi que não havia uma empresa desse segmento em Boa Vista”, explicou.

Revela que os primeiros clientes foram os amigos próximos, que provaram e aprovaram as receitas. “Temos algumas receitas bem nordestinas, como o pé de moleque e o bolo de batata. No início, começamos em casa, fazendo bolos por encomenda, e após cinco meses, mudamo-nos para nossa empresa”, comemorou.

No início, o casal produzia, no máximo, dez bolos por dia, de forma improvisada em um pequeno forno doméstico na cozinha de casa. “Com o aumento da procura, em três meses, já adquirimos um forno semi-industrial para ampliar a produção”, afirmou.

Devido à necessidade de ter espaço adequado para produção e comercialização dos bolos, Wanderlon começa a pesquisar um ponto comercial. “Encontrei um local na av. Capitão Júlio Bezerra, com estacionamento disponível e próximo a dois grandes supermercados e numa avenida movimentada”.

No dia 6 de março de 2013 os empresários inauguram a “Vitrine dos Bolos”, um espaço onde além de funcionar a loja, abriga uma pequena cozinha industrial, construída pelos empresários com capacidade para produzir até 250 bolos por dia. Atualmente, o negócio é tocado pela família, que divide as tarefas entre produção e comercialização entre ele, a esposa e os dois filhos, além de uma funcionária contratada.

O uso de ingredientes naturais e sem aditivos químicos dão sabor especial às receitas


Atualmente, a Vitrine dos Bolos oferece mais de 25 opções de bolos, tortas e pudins. Grande parte dos bolos preparados com ingredientes básicos e com receitas tradicionais da família, num processo de produção de forma artesanal e caseira.

A afirmação é da empresária Rita, que cresceu acompanhando a mãe e a avó na cozinha, e mais tarde preparava todas as delícias para a família e agora está compartilhando com seus clientes. “Na minha casa sempre houve mesa farta, mas nunca pensei em produzir para vender, porém percebemos a viabilidade do negócio”, conta orgulhosa.

A cozinha fica sob sua responsabilidade e é ela quem controla todo o processo de produção. “Antes de o ingrediente ir para a máquina, inspeciono todos os ingredientes. Não utilizamos produtos químicos, os sucos são naturais, de frutas extraídas na hora do preparo. As receitas não recebem qualquer tipo de corantes, essências ou conservantes”, ressaltou.

Para agradar os clientes, a empresária sempre descobre e testa uma nova receita. Uma de suas preocupações é variar e inovar para criar novas receitas e sabores. Um das novidades é o bolo de carimã. “A maioria é receita de família, como pé de moleque, maça com nozes, macaxeira, entre outros, mas sempre busco novos ingredientes e outras opções de sabores e combinações”, comentou.

Um novo serviço que os empresários pretendem implantar em breve é o serviço de entrega Delivery. Para quem deseja fazer encomendas ou reservas de bolos, pode entrar em contato pelos telefones: 8124 – 6240 / 9125-6663 (Whatsapp). O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de crédito.

Os valores variam entre R$ 14, para os bolos mais simples, nos sabores laranja, cenoura, limão, coco, chocolate, maracujá, formigueiro, fubá, mesclado, café e trigo; R$ 19, sabores queijo, tapioca, damasco, banana com passas, milho e leite; R$ 20, para bolos de carimã, macaxeira e maçã com nozes; R$ 22, batata doce e pé de moleque, e R$ 25, para pudim, torta de abacaxi, torta de banana e torta de maça. Estes últimos vendidos sob encomenda.

A Vitrine dos Bolos fica localizada na av. Capitão Júlio Bezerra, 2091-1 –Bairro 31 de Março (em frente ao Supermercado Alencar VIP). Funciona na segunda-feira, das 12h às 19h, e de terça-feira a sábado, das 7h30 às 19h, sem intervalo para o almoço. Telefones para contato: 8124 – 6240 / 9125-6663 (Whatsapp), tanto para encomendas como para reservas. E pela internet (www.facebook.com/vitrinedosbolos) ou no instagran (@vitrinedosbolos).

PERFIL

Nome Completo: Wanderlon de Melo Costa e Rita de Cássia Moreira Costa
Estado Civil: Casados
Idade:48 anos e 49 anos
Filhos: Dois filhos: Rafael Gonzaga Moreira Costa Leal, 28 anos; e Rafaela Gonzaga Moreira Costa, 26 anos)

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Por que investir em Roraima? A perspectiva de crescimento, a cidade acolhedora, que oferece uma boa qualidade de vida e a aceitação e aprovação dos nossos bolos pelo público.  

Momento Inesquecível: O recomeço em Boa Vista, uma nova cidade, novo projeto.

O melhor da vida empresarial: É poder realizar um sonho e saber que tudo que investirmos terá retorno e podemos repassá-lo aos nossos filhos.

O que é ser empreendedor? Não ter medo de ariscar, encarrar as dificuldades e aprender com os erros, acreditando sempre no que faz.

Qual o segredo para fidelizar um cliente? Presteza no atendimento, produtos de qualidade e preços, além da pontualidade nas encomendas.

Que conselho você daria a alguns que queiram montar o seu próprio negócio? Conhecer o que vai fazer, ter domínio do que pretende vender, fazer um plano de negócio ou pesquisa de mercado para conhecer a concorrência, fornecedores...
 
Qual o diferencial de sua empresa?
 A qualidade dos produtos, a variedade, que são preparados com produtos naturais sem uso conservantes, corantes e essências e o horário de atendimento, produtos frescos feitos no dia.

Qual sua próxima meta? Expandir o negócio e implantar o serviço de entrega Delivery.

Melo_mania@hotmail.com;

quinta-feira, 9 de abril de 2015

DICA DE NEGÓCIOS - MODA PLUS SIZE





Moda plus size
A moda plus size ou moda GG é direcionada para pessoas que usam roupas acima do padrão convencional usado nas lojas, isso é, pessoas muito altas, com coxas grossas, bustos maiores, pés grandes ou que usam tamanho acima do tamanho 44. É um mercado em expansão que cresce 6% ao ano e movimenta cerca de R$ 5 bilhões, o que representa 5% do faturamento total do segmento de vestuário, segundo a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest). Esse percentual corresponde a cerca de 300 lojas físicas e aproximadamente 60 virtuais. A expectativa, segundo a associação, é de um crescimento de pelo menos 10% ao ano. Mais da metade da população brasileira é público alvo da Moda Plus Size já que, segundo dados do Ministério da Saúde, 50,8% dos brasileiros estão acima do peso, e destes, 17,5% são obesos.
Estratégias de diferenciação
• Busque fornecedores que produzam peças com modelagem específica para o público plus size
• Ofereça produtos que possuam um bom caimento, proporcionem conforto e que estejam dentro das tendências da moda
• Aposte em peças com rendas, brilhos, cores e modelos da moda. Cada vez mais bem resolvidas, mulheres deste nicho querem peças com mais charme
• Ofereça serviços diferenciados para os clientes, como, por exemplo, um personal stylist
• Esteja atualizado quanto às tendências de moda, com revistas especializadas, acesso a blogs e sites de referência
• Participe de feiras do segmento como o Fashion Weekend Plus Size
• Segmente seu público e monte um mix de produto direcionado, como jovem, feminino, masculino, infantil, casual, festa, fitness, etc
• Treine bem os vendedores para atenderem de forma diferenciada este público que exige atenção especial

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS - TENDÊNCIAS DE MERCADO





Nichos são oportunidade para pequenos negócios da moda
Agência Sebrae de Notícias - Assessoria de Imprensa Sebrae


Sebrae identificou sete segmentações possíveis e preparou cartilha com orientação e dicas para empresários do varejo, que somam mais de 800 mil empresas no país

Pensar e investir em nichos de mercado é uma estratégia vantajosa e uma oportunidade para os cerca de 800 mil pequenos negócios ligados ao varejo da moda no Brasil. Assim, o Sebrae identificou sete nichos de mercado que podem ajudar a aumentar a competitividade e alavancar o faturamento desses empreendedores. Os dados estão disponíveis em uma cartilha, aqui no Portal Sebrae, que apresenta estratégias de diferenciação, cenários e perspectivas, que devem ser exploradas por essas empresas de varejo da moda.

Moda plus size, gestante, sustentável, brechó, gospel, streetwear e country são segmentações possíveis neste mercado, segundo o levantamento do Sebrae. “Os nichos de mercado são formados por consumidores que são mais exigentes quanto ao conceito do produto e da sua cadeia produtiva. Assim, atuar neles exige uma compreensão sobre o público, buscando entender ainda mais suas necessidades, anseios, percepções e comportamento”, recomenda a coordenadora de Varejo da Moda do Sebrae, WilsaSette.

Veja a seguir as principais características dos nichos:


Moda gestante

Moda sustentável

Moda brechó

Moda evangélica ou gospel

Moda streetwear

Moda country

Publicado em 02 de abril de 2015.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA EMPREENDER?




Com o início do anos muitos planos passam por nossas mentes, porém apenas alguns segue e tornam-se realidade e alguns viram pesadelo.

Antes de abandonar o emprego, descubra quais são as suas reais motivações. Se você quer virar empreendedor só para trabalhar menos e ter menos pressão no dia a dia, esqueça!

“Sendo dono do próprio negócio, a pessoa vai trabalhar muito mais do que antes. Toda a responsabilidade financeira e de gestão dos negócios e de pessoas fica nas mãos do empreendedor. E, na verdade, você ganha vários chefes – os seus clientes”.

Portanto, não se engane. Faça uma autoanálise para saber se você está preparado para enfrentar toda essa maratona.

Um erro comum dos empreendedores de primeira viagem é seguir apenas o impulso e deixar o planejamento de lado, faça um PLANO DE NEGÓCIO

Antes de pedir as contas, que tal fazer um plano de negócio para entender se sua ideia de empresa é realmente viável?

Esse documento inclui um estudo do mercado e da concorrência, análise da viabilidade econômica do produto ou serviço, logística, custos operacionais e outros investimentos necessários para o projeto decolar.

“As pessoas se esquecem de fazer a conta do capital de giro para se manter durante um ano”. “Todo negócio tem um tempo de maturação. Por isso, segure a ansiedade e faça um planejamento de médio a longo prazo”, acrescenta.

Ao elaborar o planejamento, aproveite ainda para estabelecer prazos e metas. Com tudo na ponta do lápis, você se sentirá mais tranquilo para dar esse salto sem medo de ser feliz.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

CARREIRA E EMPREENDEDORISMO: UMA UNIÃO POSSÍVEL?




Odilon Medeiros*

Na minha rotina profissional, venho comprovando o que a imprensa vem divulgando: o número de empreendedores no Brasil vem aumentando. 

Entretanto, o número de empresas que encerram as suas atividades antes de dois anos é estarrecedor: mais da metade! E as causas são quase sempre as mesmas: acreditar que ter uma boa ideia é suficiente para manter o negócio, não assumir que precisa de ajuda, falta de conhecimento gerencial básico, etc. 

A carreira de qualquer profissional deve ser gerida como uma empresa senão também “quebram”. E neste aspecto, por falta de empreender na condução dela, muitos profissionais se frustram, não evoluem, se desmotivam e até somatizam. 

Outros fatores, todos ligados ao comportamento do empreendedor, também causam impactos negativos nos resultados nas empresas e nas carreiras. E neste grupo eu destaco a ansiedade, os medos, os traumas, a falta de conhecimento sobre os próprios pontos fortes e também sobre os pontos que precisam ser trabalhados e melhorados na sua visão de mundo. 

E o que falar sobre as crenças limitantes? Para quem não sabe, crenças limitantes são aquelas mensagens que nós mandamos para nós mesmos informando que não temos condições de fazer algo, que é impossível, que aquilo que estamos pensando, querendo ou planejando não dará certo. É importante destacar que elas, as tais crenças limitantes, só existem porque nós é que as fortalecemos. 

Quando tomamos consciência de que o “monstro” existe apenas na nossa cabeça, ele deixa de existir. Sabe aquela estória de que o nosso maior inimigo somos nós mesmos? Então? É isso mesmo. Quando mais eu o alimentar, mas forte ele será e mais vai atrapalhar a minha vida. 

Por falar em atrapalhar, existe um texto que fala que morreu ontem a pessoa que atrapalhava a sua vida. É bem interessante e deve servir de reflexão. Se você ainda não o conhece, recomendo que busque conhecer: vale a pena! 

Assim, fica claro que é necessário eliminar as tais crenças limitantes, pois elas não nos ajudam em nada. 

Por outro lado, não estou dizendo que o empreendedor deve ser um franco atirador e sair atirando para todo lado, fazendo o que vier à sua cabeça, agir de forma irresponsável e insegura. 

É importante saber correr riscos. Quando falo “saber”, quero dizer correr riscos de forma calculada, para evitar surpresas desagradáveis. Afinal, não temos recursos para serem desperdiçados e algumas vezes, talvez, não tenhamos a oportunidade de ter uma segunda chance. Qualquer ação, qualquer tomada de decisão, deve ser realizada baseada em dados, em fatos e não apenas no que imaginamos, no que “achamos”. Lembre-se ainda que muitas vezes as nossas percepções nos traem... 

Você precisa estar ciente que, para ter outros pensamentos, outros entendimentos, ter novos e produtivos olhares, você precisa estar disponível para isso. Nenhum profissional vai conseguir ajudar você se não houver a permissão e a disponibilidade de sua parte. 

Bom, acima eu falei sobre novos entendimentos. Leiam, o conceito abaixo e logo a seguir vou propor um desafio:

 “Empreendedores são pessoas que têm a habilidade de ver e avaliar oportunidades de negócios; prover recursos necessários para pô-los em vantagens; e iniciar ação apropriada para assegurar o sucesso. São orientados para a ação, altamente motivados; assumem riscos para atingirem seus objetivos” (Meredith, Nelson e Neck). 

Observe o que acontece quando a palavra empreendedorismo vem à sua mente: para a maioria das pessoas, surge a imagem de abertura de um negócio. Mas a pessoa pode ser empreendedor sob diversos aspectos. Na condução de sua carreira, por exemplo. 

Assim, o desafio que proponho é o seguinte: considerando o seu desenvolvimento profissional e as informações citadas no conceito dado (e eliminando as crenças limitantes, claro), elaborar um plano de ação para a sua carreira. 

Essa também é um exemplo de uma ação empreendedora. Percebeu? Nós podemos ter duas opções no que se refere à nossa carreira: ser um mero espectador e culpar o outro pelo nosso insucesso ou pelo marasmo em que vivemos ou ser o autor da nossa história. O que você prefere? 

Se você optou por ser o responsável pelo seu próprio desenvolvimento, e como o desenvolvimento não envolve só o lado profissional, aumento o desafio dado: que tal empreender também no seu lado pessoal? 

Desafio aceito? Então aja e seja feliz. 

(*) Odilon Medeiros – Consultor em gestão de pessoas, palestrante, professor universitário, mestre em Administração, especialista em Psicologia Organizacional, pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em vendas.  

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

TENDÊNCIA DE NEGÓCIO PARA 2015

Qual o melhor negócio para montar? não há como prever, mas através de pesquisa dá para saber qual a tendência do mercado. Aproveite e veja se alguma delas está de acordo com seu perfil
Estudo aponta negócios promissores para 2015
Entre os destaques estão serviços de reparação, beleza e preparo de alimentos.
Em 2015, a formalização de pequenos negócios no Brasil vai continuar aquecida e deve seguir a mesma tendência de 2014. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, apenas nos dez primeiros meses de 2014 foram criados mais de 1 milhão de empreendimentos formais no país. Esse número está próximo à quantidade de empresas criadas no mesmo período de 2013.  O estudo detectou ainda que em alguns segmentos da economia voltados para o mercado interno haverá atividades com boas perspectivas para 2015.
Entre elas estão empresas ligadas à alimentação, construção, estética e reparação de bens duráveis como automóveis que tiveram seu consumo estimulado durante o período de mais forte aquecimento da economia. Além disso, figuram entre as atividades com maior potencial para o próximo ano aquelas típicas de pequenos negócios e que independem da conjuntura econômica. Para chegar a esse resultado, o Sebrae identificou os segmentos com maior potencial de expansão nos últimos anos e os que mais tendem a se beneficiar com as tendências da nossa sociedade.
De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, os negócios promissores para 2015 têm uma forte característica de atender às necessidades básicas da população, que têm adquirido novos hábitos nos últimos anos. “O mercado interno cresceu muito na última década com a ascensão econômica de milhões de famílias das classes C e D. Isso gerou novas demandas e beneficiou diretamente os pequenos negócios, que oferecem serviços e produtos que foram incorporados ao dia a dia da população”, afirma.
Barretto alerta que para ter sucesso nos empreendimentos no próximo ano não basta apenas investir nas atividades com melhores perspectivas. “Não podemos afirmar que apenas quem investir nessas atividades colherá bons frutos em 2015. Há chances de sucessos para muitas outras atividades. O importante é se preparar adequadamente para a entrada no mundo dos negócios”.

Antes de abrir uma empresa, o empreendedor precisa elaborar um plano de negócios e se capacitar.
Confira abaixo a lista das atividades mais promissoras para 2015:

  1. Preparo de alimentos para consumo domiciliar e comércio de alimentos
  2. Construção, instalações elétricas, sanitárias, hidráulicas e de gás
  3. Confecção e comércio de roupas
  4. Cabeleireiros, atividades de estética e beleza, comércio de cosméticos
  5. Bijuterias e artefatos semelhantes
  6. Reparação de veículos automotores e motocicletas
  7. Reparação de computadores e equipamentos de informática
  8. Reparação e recarga de cartuchos para equipamentos de informática
  9. Reciclagem

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

ESTOU FORMADO, E AGORA?



Estou formado e agora?
Esta é a pergunta que muitos jovens fazem logo após acabar a ressaca do baile de formatura. 
Entrar na universidade deixou de ser tarefa das mais difíceis devido ao número de faculdades existentes, de cotas por cor, raça e classe social, além dos inúmeros meios de financiar ou conquistar bolsas. O problema passou a ser o que fazer quando colar grau....
As vagas nas grandes empresas, que eram o sonho dos jovens há alguns anos, passou a ser disputada como numa verdadeira gerra de talentos, onde as exigências estão cada vez mais elevadas devido a quantidade de oferta de mão de obra qualificada, por isso as empresas exigem cada vez mais como forma de peneirar.
Portanto senhores jovens repensem, passem a atuar de acordo com as exigência do mercado que quer cada vez mais independência e competências emocionais.
QUER MONTAR UM NEGÓCIO? prepare-se para tal
Planeje, realize um Plano de negócio, saiba quanto vai precisar de dinheiro para seu empreendimento, não dá para começar sem nenhum dinheiro, assim não gaste tudo quanto ganha de bolsa de estágio (mesmo sendo pequena), trabalhe e junte algum recurso, mesmo que para isso seu sonho de empreender demore um pouco mais.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

QUER ABRIR O PRÓPRIO NEGÓCIO?




Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas apontou que 80% dos universitários brasileiros pretendem abrir o próprio negócio em até 10 anos após se formarem, mas nem todos conseguem.

O grande problema é a falta de educação empreendedora, falta de preparo para administrar, afinal dinheiro e oportunidade não caem do céu tem planejar, organizar e ter foco para transformar o sonho em realidade.

Alguns até recebem apoio da família para empreender, mas não deixar que o sonho transforme-se em pesadelo não tem sido tarefa fácil.
O primeiro passo é escolher o negócio de acordo com seu perfil e com suas habilidades.
Depois estude o mercado e as características de sua escolha.
Realize um plano de negócio.
Faça cursos de gestão.
Foque

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

EMPREGO OU EMPREENDER, O QUE É MELHOR?



O sonho do sucesso financeiro vem ficando cada vez mais separado do sonho de trabalhar em uma grande multinacional. 

O jovem de hoje, que possui uma mente muito mais veloz e abarrotada de informações querem ser o dono do próprio negócio, o problema é que as universidades e faculdades ainda dão pouca atenção a este fato deixando os recém formados num verdadeiro "mato sem cachorro", não sabendo nem por onde começar a empreender.

Até a geração passada, muitos associavam o sucesso profissional como entrar em grandes empresas multinacionais e construir uma carreira dentro dela. Fazer parte de grandes nomes como P&G, Unilever, Ambev, Itaú, Bradesco, Santander, Petrobras, Odebrecht e outros gigantes representava não somente bons salários e estabilidade, mas também o seu status social.
Essa tradição ainda é representativa, porém, vem sofrendo uma grande mudança. O perfil de trabalho dos jovens profissionais tem migrado para empreendedorismo devido às grandes contribuições da revolução digital, intenso uso de smartphones, aplicativos, gadgets que abriram portas a um novo mercado digital com grandes oportunidades a serem exploradas. Estes jovens sonham cada vez mais em abrir seu próprio negócio por meio da concretização de Startups, enfrentando grandes e inúmeros desafios. Mundo dos negócios, chamado de “startup”.

Como abrir uma empresa com pouco dinheiro? Como empreender? Quero montar uma empresa, por onde começar?

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

BENEFICIOS DO MEI

É de conhecimento que o MEI goza de benefícios previdenciários, vale reforço nas informações:
Benefícios MEI
PORÉM, um alerta muito importante, a contagem do número de contribuições para efeitos de carência, SÓ VALE PARA CADA UMA DAS CONTRIBUIÇÕES PAGAS EM DIA!
Informações disponibilizadas pela receita federal demonstram que o índice de inadimplência fica em torno de 50%, isso significa que muitos não poderão usufruir destes benefícios.
Duas recomendações:
1. Pague suas contribuições em dia, especialmente se deseja gozar de algum destes benefícios;
2. Não pagamento de 3 contribuições consecutivas ou alternadas já implicam em perder o enquadramento;
Pense nisso e fique alerta!

fonte: SEBRAE PR

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

QUAL O VOLUME IDEAL DAS DESPESAS FIXAS?



Um dos mais recorrentes questionamentos que recebo ao iniciar meus processos de consultoria é: afinal qual é o custo fixo ideal para a minha empresa?
Bem, para responder a esta questão, temos que associar alguns outros fatores antes de falarmos de qualquer índice, eis o detalhamento:
1. Depende do tipo e porte de empresa
Cada tipo e porte de empresa pratica índices diferenciados, pois, está diretamente associado a fatores como: quanto mais técnico for a atividade maiores serão os custos com salários, estrutura para desenvolvimento (equipamentos, softwares, materiais de apoio…), tipo de atividade (quanto mais especializada for a atividade), porte da empresa (associado ao volume de faturamento).
2. Depende do segmento de negócios
O segmento de negócios determina uma grande ou menor concorrência, consequentemente, os preços são bastante determinantes (seguramente não é o único ou o principal fator) para o sucesso de vendas.
3. Depende dos concorrentes diretos
É necessário conhecer os concorrentes diretos, aqueles que “disputam” a conquista do mercado, saber como eles atuam – se são agressivos nas vendas através da dinâmica dos preços, se frequentemente realizam promoções, se os preços representam o seu grande argumento de vendas.
4. Depende do seu volume de faturamento
O montante ideal de custo fixo está associado diretamente ao faturamento da empresa, porém, existem padrões mínimos requeridos, especialmente para as empresas de baixo volume de faturamento, onde a tendência dos custos fixos percentuais é tornarem-se elevadíssimos mesmo em se tratando de uma estrutura mínima de custos.
Neste caso entra em cena outro grande fator chamado PONTO DE EQUILÍBRIO onde tem-se um volume mínimo de faturamento necessário para cobrir todos os custos.
5. Depende do padrão de empresa que você deseja ter
Refiro-me ao estilo de empresa que você tenha estruturado. Tomemos como exemplo os hotéis, existem classificações de hotéis através de estrelas… então, quando comparamos um hotel de 3 ao de 5 estrelas, nitidamente as diferenças são visuais começando pela apresentação visual, pelas comodidades ofertadas, pelo número de funcionários disponíveis…
Neste caso, é lógico que o preço cobrado é em função do tipo de serviço ofertado, então, o “produto” de um hotel 3 estrelas é absolutamente distinto em relação ao de 5 estrelas. É necessário saber avaliar e ajustar o seu padrão ofertado para saber qual estrutura de custos fixos a adotar.

Diante de todos esses argumentos, ainda permanece a grande dúvida, mas, afinal, qual é o índice de custo fixo adequado para a minha empresa?
Podemos traçar alguns parâmetros de mercado, para isso, devemos levar em consideração índices que possibilitem a competitividade de preços.
INDÚSTRIA de pequeno porte ………………….: 15 a 20%
INDÚSTRIA de médio e grande porte …………:    até 15%
COMÉRCIO de pequeno porte …………………….: 10 a 20%
COMÉRCIO de médio e grande porte ……………:    até 10%
SERVIÇOS de pequeno porte ……………………….: 15 a 25%
SERVIÇOS de médio e grande porte ………………:    até 15%

Lembrando sempre que:
1. Quanto maior o porte da empresa, conforme o volume de faturamento, menor deverá ser esse índice
2. são índices meramente indicativos, tome-os APENAS como referencial, especialmente porque eles devem estar associados as dependências mencionadas.

E agora a próxima questão: E COMO CALCULÁ-LO?
O cálculo é realizado pela relação direta do montante dos custos fixos em relação ao faturamento – neste caso, SEMPRE calculado pela média mensal praticada, e, para determinação desta média mensal é ideal que se obtenha o cálculo da média dos últimos 12 meses.
Veja o exemplo (clique na tabela para ampliá-lo)
Tabela para custo fixo
OBS: Um detalhe muito importante é saber que o custo fixo deve ser estabelecido pela sua média, porque muitas contas que o compõe tem valores variáveis ao longo dos períodos, porém, são classificados como CUSTOS FIXOS porque não estão associados ao volume de produção e vendas. Exemplos típicos são: água e esgoto, telefone, energia elétrica (não se refere ao consumo da produção), etc…

Ao realizar seus cálculos, bem provável permaneça a grande dúvida: afinal, o custo fixo percentual da minha empresa é …%, será que está adequado?

fonte: SEBRAE PR